Falamos um pouco de tudo com um tom mais ou menos sério, muitas vezes acompanhado de videos, imagens e até mesmo músicas. Há limite para tudo menos para a loucura!
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Find Love - A técnica da infiltragem

Funcionalidade: Alta
Grau de Lata: Nem sempre é precisa. Não se esqueça é do capacete.
Desespero: Também não é preciso.
9 - Iniciar-se na defesa pessoal. Além de ser um instrumento precioso para o futuro, põe-se a jeito para ter variados jeitosos em cima de si. Salvo seja. Mas cuidado, não faça uma ruptura de ligamentos, até porque nos hospitais as enfermeiras são quase todas mulheres, o cirurgião só lhe dispensa 10 minutos do seu tempo,e não vai estar com disposição para o romance com 24 agrafos joelho acima e duas muletas nos braços.
10 - Iniciar-se nos karts. Nem todas as meninas têm como sonho de existência andar às voltas numa pista em que nem sequer se salva a paisagem, mas pode sempre ter um furo ou uma pane ou, sei lá, falta de gasolina. Ou perder-se no caminho. Esquecer-se do mapa. Perguntar se não há air-bag. E onde é que vão as crianças. E onde é que fica a 5ª.
11- Ir à garagem. É uma alínea que pode sair-lhe do bolso, mas temos notado que ultimamente os rapazes jeitosos (como diriam as nossas avós) já não estão na faculdade de direito. Estão nas garagens de bairro. Apareça e queixe-se das velas: mesmo que não saiba o que é, eles sabem. Queixe-se de qualquer coisa. Diga que ele está rouco. Que lhe tossica a meio da autoestrada. Que anda às arrecuas. Que está um bocado vesgo. Não interessa do quê, queixe-se. Atenção: não vale a pena ir aos stands, onde eles levam o carrito de maca lá para dentro como as urgências dos hospitais e nunca se contacta com os ‘enfermeiros'.
12 - Fazer um curso. Mas tem de ser de qualquer coisa masculina tipo fotografia, não pode ser de inglês, nem de ikebana, nem, escusado será dizer, arraiolos.
13 - Ir ao futebol. É uma dor de alma, pois é, mas até pode descobrir em si uma adepta fanática. Vantagem: pode dar encontrões e chamar palavrões ao árbitro. E eles adoram. Eles homens, claro. Os árbitros, coitados, presume-se que já estejam habituados.
14 - Ir a uma provas de vinhos. Convém é não abusar das ‘provas', senão inda se perde a deambular pelas caves como os exploradores das pirâmides, e ainda ninguém descobriu em que consiste a maldição das pipas.
15 - Ir ao veterinário. Se não tem animais doentes, peça a uma amiga. Se os animais das amigas não estiverem doentes, deite-lhes laxante na ração quando ela estiver a olhar para ao lado. Tente ainda um curso de educação canina: se os donos não valerem a pena, pode sempre fazer festinhas aos cães. Se não tiver cão, leve um gato. Pode ser que ele aprenda finalmente quem é que manda no sofá.
16 - Desportos de grupo Ou que incluam interacção. É inútil dedicar-se à pesca, sentar-se no paredão de Belém e dizer, "o cavalheiro faculta-me a sua minhoca?"
17 - Inscrever-se num clube de xadrez. Os xadrezistas são um bocado furiosamente concentrados na guerra, mas depois de ser batida em três tomos (ou de lhe mostrar quem é que manda no tabuleiro) pode sempre convidá-lo para uma partida de sueca.
18 - Iniciar-se nos desportos pedestres. Especialmente aquelas românticas excursões nocturnas à serra de Sintra para ver as mouras encantadas e parar nas clareiras para meditar e bater em gongues e fazer uma cura de som, ou passeios para ver milhafres-bebé ao nascer do sol. Problema: macho que é macho está-se nas tintas para o seu nome élfico. Macho que é macho só quer saber se o Karagounis vai pedir transferência, e a única cura de som que conhece é pegar numa garrafa vazia e berrar: 'ó palhaço, tás a gozar comigo ou queres que vá aí abaixo mostrar-te o que é um fora de jogo?'
19 - Experimentar desportos radicais Kitesurf, snowboard, rafting, rappel, canoagem, paintball, é só escolher. Quanto menos souber o que é, melhor. Se não ficar com um homem de cair para o lado, fica com um corpo de cair para o lado. Não se perde tudo.
20 - Na secção de playstations e consolas. Pergunte tudo e mais alguma coisa. Quantos bits. Quantos mega-não-sei-quê. Se trabalha a pilhas. Ou a energia solar. Se explode quando se carrega no ESC. Se há em verde-alface, que você é vegetariana. Quanto mais asneiras disser, melhor. É machista mas funciona sempre.
21 - Na secção de roupa masculina. Cole-se aos que têm um ar um bocado atarantado e estão indecisos entre a camisola verde e a amarela às riscas. Eles ficam sinceramente agradecidos por uma opinião de especialista, mesmo que a gente seja tão especialista em moda como em kitesurf. Alternativa: peça conselho a comprar qualquer roupa para si. Mas cuidado: eles podem ficar tão atarantados que desenvolvem síndroma obsessivo-compulsivo e fogem a sete patas de cada vez que derem de caras consigo.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Find Love - ainda com as técnicas tradicionais

Nem todas são para toda a gente, frisa Catarina Fonseca, mas devemos adequar as técnicas a cada caso e em desespero total tentar todas as 50.
As técnicas tradicionais:
Funcionalidade: Depende do empenho
Grau de Lata: Pouco
Desespero: Sustentável
Desespero: Sustentável
4 - Ir ao ginásio. Pode funcionar mas lamentamos informar que é mais mito que realidade, porque:
a) eles geralmente estão mais preocupados em levantar 200 quilos ou em
b) concorrer ao Mr. Gay,
c) são quase todos barrigudos,
d) os que não são barrigudos são casados e
e) os que não são casados a gente percebe por que é que não são casados,
f) o espécime masculino não consegue ao mesmo tempo exercitar-se e fazer conversa, é uma disfuncionalidade genética,
g) encaram uma co-praticante um bocado como uma irmã e nem pensar em saltar para cima de uma irmã, e
h) mesmo que se consiga engraçar com alguém que não seja nem a) nem b) nem c) nem d) nem e), são tão atados que é bem capaz de fazer abdominais ao lado dele, senão mesmo em cima dele, durante 54 anos antes que ele se atreva a convidá-la para beber um sumo de manga com ele.
5 - Passear o cão. Um clássico. Convém é que seja um cão grande, se for passear o caniche só as velhinhas é que acham graça, e se tiver chihuahuá de bolso é pouco provável que homem que é homem repare em si, até porque geralmente têm acabamentos de má qualidade e não têm visão que foque um chihuahá de bolso. Além disso os chihuahuás têm por hábito querer comer Pastores Alemães, o que não é uma boa maneira de iniciar uma amizade com dono de Pastor Alemão, que é o que eles são todos, ou queriam ser, que vai dar no mesmo.
5 - Passear o cão. Um clássico. Convém é que seja um cão grande, se for passear o caniche só as velhinhas é que acham graça, e se tiver chihuahuá de bolso é pouco provável que homem que é homem repare em si, até porque geralmente têm acabamentos de má qualidade e não têm visão que foque um chihuahá de bolso. Além disso os chihuahuás têm por hábito querer comer Pastores Alemães, o que não é uma boa maneira de iniciar uma amizade com dono de Pastor Alemão, que é o que eles são todos, ou queriam ser, que vai dar no mesmo.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Find Love - 50 maneiras de encontrar um Homem

Para as amigas que ainda não encontraram a cara-metade, a partir de hoje vou partilhar algo muito útil, um verdadeiro guia de sobrevivência na busca do amor eterno!
Catarina Fonseca, da revista Activa foi muito altruísta ao partilhar estas dicas e eu farei o mesmo!
São 50, e a sua complexidade varia em Funcionalidade, Grau de Lata e Desespero. Já aqui notei o conhecimento intrínseco da autora pois esta divisão não podia ser mais acertada. Bem, feita a apresentação, venham elas! :)
Catarina Fonseca, da revista Activa foi muito altruísta ao partilhar estas dicas e eu farei o mesmo!
São 50, e a sua complexidade varia em Funcionalidade, Grau de Lata e Desespero. Já aqui notei o conhecimento intrínseco da autora pois esta divisão não podia ser mais acertada. Bem, feita a apresentação, venham elas! :)
Para quem ainda não encontrou a sua alma gémea, lembramos que há mais a fazer do que ficar em casa à espera do homem da pizza. Pronta para testar as 50?
As técnicas tradicionais:
Funcionalidade: Depende do empenho
Grau de Lata: Pouco
Desespero: Sustentável
1 - Começar a participar nas acções do Centro ParoquialÉ preciso gostar genuinamente de ajudar velhinhos, porque se for para lá interesseiramente, Deus pode ofender-se e mandar-lhe um psicopata com a cara do George Clooney. Também convém querer formar família: geralmente, quem está no Centro Paroquial quer imenso formar família.
2 - Pedir à Avó que dê uma festa de famíliaSe tiver primos suficientemente afastados para serem candidatos e suficientemente primos para a avó ter o telefone deles. Também convém que sejam solteiros (não se pretende uma cisão familiar) e que não a tenham visto de aparelho nos dentes aos 14 anos, visão que costuma ser indelével.
3 - Pedir a um amigo certinho que o apresente a outro amigo certinhoProblema: os amigos certinhos costumam todos ter namorada desde os 3 anos e meio, ou então envergonham-se secretamente de serem certinhos e têm queda por malucas em vez de outras certinhas, ou têm o beiço caído e ficam a olhar para si como se tivessem visto Nossa Senhora na azinheira. Parece agradável mas não é.
Fonte: Catarina Fonseca/Activa.pt 13 Jan. 2011
quinta-feira, 8 de julho de 2010
É preciso ter sorte!
Se isto não te toca o coração, então é porque não tens um...
Uma história inacreditável de inspiração e de sorte.

Quase inacreditável!
Este jovem ganhou 180 Milhões na lotaria e apenas dois dias depois encontrou o amor da sua vida.
É caso para dizer que o amor e a sorte caminham de mãos dadas! O que me lembra ainda uma música dos verões da minha adolescência "Lucky Love" dos Ace of Base :)
Uma história inacreditável de inspiração e de sorte.

Quase inacreditável!
Este jovem ganhou 180 Milhões na lotaria e apenas dois dias depois encontrou o amor da sua vida.
É caso para dizer que o amor e a sorte caminham de mãos dadas! O que me lembra ainda uma música dos verões da minha adolescência "Lucky Love" dos Ace of Base :)
terça-feira, 16 de março de 2010
O comodismo do amor

Juntar comodismo e amor na mesma frase nem sempre traz bons resultados, mas mesmo assim a associação não deixa de ser real. O ser humano acomoda-se, procura segurança, evita conflitos e a verdade é que adora criar rotinas.
O inesperado, a aventura da juventude, o Carpe Diem, são sucesso no cinema, pois fazem-nos sonhar e vibrar com a emoção, mas a realidade por mais aborrecida que seja é também tranquilizadora, comodista. Adoramos criar pequenas rotinas, seja a estação de rádio que ouvimos a caminho do trabalho, o lado da cama em que dormimos, tomar café e só usar metade do açúcar que partilhamos com uma amiga… Porém quem não corre riscos não vive verdadeiramente, sobrevive!
Será assim tão mau furar a bolha de protecção em que vivemos? O que existe do outro lado da bolha? As barreiras protegem-nos e aprisionam-nos simultaneamente. Sobreviventes, de um dia após o outro, numa sucessão de dias iguais, um mais felizes que outros dentro da sua semelhança aparente. Até que deixamos de viver por nós próprios e passamos a viver em função dos outros, abdicando daquilo que nos torna únicos para nos adaptarmos. Ninguém quer ser a ovelha negra do rebanho e é assim que abrimos mão de convicções, hábitos e vícios.
Onde acaba o amor e começa o comodismo? Não sei, nem sei se é possível um sem o outro, mas na sociedade onde vivemos a paixão esmorece, a rotina cresce e nós sobrevivemos…
O inesperado, a aventura da juventude, o Carpe Diem, são sucesso no cinema, pois fazem-nos sonhar e vibrar com a emoção, mas a realidade por mais aborrecida que seja é também tranquilizadora, comodista. Adoramos criar pequenas rotinas, seja a estação de rádio que ouvimos a caminho do trabalho, o lado da cama em que dormimos, tomar café e só usar metade do açúcar que partilhamos com uma amiga… Porém quem não corre riscos não vive verdadeiramente, sobrevive!
Será assim tão mau furar a bolha de protecção em que vivemos? O que existe do outro lado da bolha? As barreiras protegem-nos e aprisionam-nos simultaneamente. Sobreviventes, de um dia após o outro, numa sucessão de dias iguais, um mais felizes que outros dentro da sua semelhança aparente. Até que deixamos de viver por nós próprios e passamos a viver em função dos outros, abdicando daquilo que nos torna únicos para nos adaptarmos. Ninguém quer ser a ovelha negra do rebanho e é assim que abrimos mão de convicções, hábitos e vícios.
Onde acaba o amor e começa o comodismo? Não sei, nem sei se é possível um sem o outro, mas na sociedade onde vivemos a paixão esmorece, a rotina cresce e nós sobrevivemos…
terça-feira, 27 de outubro de 2009
O meu amor...
Bem, já que estamos numa onde de muito love, aqui vai...

"O meu amor tem lábios de silêncio e mãos de bailarina
e voa como o vento e abraça-me onde a solidão termina.
O meu amor tem trinta mil cavalos a galopar no peito
e um sorriso só dele que nasce quando a seu lado eu me deito.
O meu amor ensinou-me a chegar sedenta de ternura,
sarou as minhas feridas e pôs-me a salvo para além da loucura.
O meu amor ensinou-me a partir nalguma noite triste
mas antes, ensinou-me a não esquecer que o meu amor existe"

"O meu amor tem lábios de silêncio e mãos de bailarina
e voa como o vento e abraça-me onde a solidão termina.
O meu amor tem trinta mil cavalos a galopar no peito
e um sorriso só dele que nasce quando a seu lado eu me deito.
O meu amor ensinou-me a chegar sedenta de ternura,
sarou as minhas feridas e pôs-me a salvo para além da loucura.
O meu amor ensinou-me a partir nalguma noite triste
mas antes, ensinou-me a não esquecer que o meu amor existe"
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Love Without Talking
Admito que nunca fui grande fã de curtas metragens, mas recentemente através de um amigo fiquei a conhecer o trabalho do director australiano Patrick Hughes, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2009.
O filme chama-se “Signs” e aborda a comunicação (ou a falta dela) na sociedade actual. O meu amigo descreveu-o com a expressão “love without talking”. A mim fez-me pensar na solidão, mesmo quando estamos rodeados por um sem número de rostos anónimos. Do pouco tempo que dedicamos aos amigos e família... e do muito que dedicamos ao trabalho. De como existem pessoas que passam dias a fio sem trocar uma única palavra. Quantos de nós “falam” por sinais da ‘linguagem msn’, onde um :) e um LOL substituem verdadeiros sorrisos trocados entre amigos. É comunicação? Lógico que sim! São conversas, partilha de histórias, são sinais… sinais do tempo, da tecnologia e da falta de tempo para conhecer verdadeiramente o outro, para conviver, para viver.
Sinais do desenvolvimento.
p.s – o filme tem 12min mas vale a pena dispensar um pouco de tempo ;)
O filme chama-se “Signs” e aborda a comunicação (ou a falta dela) na sociedade actual. O meu amigo descreveu-o com a expressão “love without talking”. A mim fez-me pensar na solidão, mesmo quando estamos rodeados por um sem número de rostos anónimos. Do pouco tempo que dedicamos aos amigos e família... e do muito que dedicamos ao trabalho. De como existem pessoas que passam dias a fio sem trocar uma única palavra. Quantos de nós “falam” por sinais da ‘linguagem msn’, onde um :) e um LOL substituem verdadeiros sorrisos trocados entre amigos. É comunicação? Lógico que sim! São conversas, partilha de histórias, são sinais… sinais do tempo, da tecnologia e da falta de tempo para conhecer verdadeiramente o outro, para conviver, para viver.
Sinais do desenvolvimento.
p.s – o filme tem 12min mas vale a pena dispensar um pouco de tempo ;)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
História de amor...

Uma mulher acorda durante a noite e constata que o marido não está na cama. Veste o robe e desce para ver onde ele está.
Encontra-o na cozinha, sentado, pensativo, diante de uma chávena de café. Parece consternado, olhar fixo na chávena. Tanto mais que o vê a limpar uma lágrima. "O que é que se passa, querido?" O marido levanta os olhos e pergunta-lhe solenemente: "Lembras-te, há 20 anos, quando saímos juntos pela primeira vez? Tu tinhas apenas 16 anos.'' "- Sim, lembro-me como se fosse hoje", responde ela. O marido faz uma pausa. As palavras custam a sair. "Lembras-te quando o teu pai nos surpreendeu enquanto fazíamos amor no banco de trás do carro?'' "- Sim, lembro-me perfeitamente", diz a mulher sentando-se ao seu lado. O marido continua. "Lembras-te quando ele apontou uma arma à minha cabeça dizendo: ou casas com a minha filha, ou mando-te p'ra cadeia por 20 anos?". "Lembro, lembro" responde-lhe ela docemente. Ele limpa mais uma lágrima e diz:
"Hoje sairia em Liberdade!!!"
"Hoje sairia em Liberdade!!!"
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