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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ainda com as baratas...

Vou desde já avisando que é bem provável que este seja o post mais nojento de todos os tempos...
Mas não podia deixar de partilhar este momento de aflição, horror e também de algum espanto que vivenciei na madrugada de Sexta-feira.
Dirigia-me eu à cozinha para fazer já não sei o quê e eis que me deparo com este ser horripilante vindo directamente das pronfundezas do Inferno (ver foto abaixo).
Fiquei logo petrificada, pois este animal provoca em mim calafrios, nojo e sobretudo medo, muito medo!
Comecei a bater com o pé na parede a ver se afugentava o bicho mas ele parecia estar determinado em não arredar pé (pata). Eis que reparo que tinha um corpo estranho a sair do rabo! Oh não! Ainda mais nojento, pensei. Ganhei muita coragem e consegui abrir o armário onde estava (ou devia estar) o insecticida próprio para matar estes pequenos Diabos, mas para meu azar já tinha acabado... Determinada a não fugir e fazer algo por um Mundo melhor, peguei no Mafu e borrifei quantas vezes consegui... Fui para o quarto e quando voltei, passados uns 30 minutos, em que o animal ainda se contorcia em espamos dolorosos (acho eu!!), vi que afinal o corpo estranho era uma baratinha bebé... Ou seja, a barata-mãe estava em trabalho de parto quando a encontrei e deu à luz entre camadas e camadas de Mafu.
Desfecho da história... Há um sobrevivente. EU!
LOL
RIP :)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ainda com as baratas...

Em resposta à minha colega Fernanda venho a explicar o porquê da armadilha que partilhou no seu post tinha poucas probabilidades de funcionar….

1. o mais certo era a Tinana lamber o sal

2. de seguida bebia a cachaça (na ausência de Tequila vai dar ao mesmo)

3. Por ultimo, usava o palito para palitar os dentes e limpar as unhas

Ainda não arranjei qualquer explicação lógica para a ineficácia da “pedrinha” e confesso que me deixa a pensar… Mas na ausência dos restantes elementos a pedrinha pouco pode fazer para aniquilar a feroz barata.

Pânico numa qualquer noite no Porto

sugar-plum-fairy - (Nota: para um efeito mais assustador pff ligue a banda sonora antes de ler este post)
A noite já ia longa.

Depois de uns copos o caminho até casa é dificultado pela parca iluminação pública e confiar na lua cheia nem sempre é o mais acertado. O vento sopra leve mas é de um frio cortante. Ajeitamos os casacos ao corpo, pois os Tops sensação da noite oferecem pouca protecção para uma noite gelada, fora do calor e do frenesim de corpos suados da discoteca.

Enfim chegamos a casa. Depois de uma demora inicial para encontrar a chave e mais um pouco de delonga ao subir os poucos lances de escadas sem fazer (demasiado) barulho, eis que finalmente entramos ao lar. Contendo os risinhos alcoolizados, descalçamos os sapatos de salto e… é a aí que tudo começa!

Acendemos a luz do hall e deparamo-nos com um cenário alienígena… tudo à nossa volta mexe! Vemos pequenos vultos que desaparecem tão rápido que começamos a duvidar da sua real existência. A fita-cola a tapar os rodapés do chão parece contorcer-se num som repuxado de plástico grudento…

Mas a sede é muita e a cozinha é já ali ao lado, por isso munidas de grande coragem, voltamos a pôr os sapatos e caminhamos 5 passos, onde um novo interruptor espera.
Primeiro o silêncio… e o compasso de espera até que a luz ligue na totalidade, depois… o horror… o pânico… o nojo… e muitas outras emoções naquela que é uma verdadeira luta pela sobrevivência.
São muitas, a maioria pequenas, depois uma ou outra de maior dimensão, como que oficiais a comandar as tropas de infantaria num ataque à nossa cozinha. Além de assustá-las com armas sonoras (também conhecidas por gritos estridentes) pouco mais podemos fazer. Por fim termina, e tudo volta ao normal.
Bebemos a merecida água e prometemos logo pela manhã falar com o senhorio e insultar os responsáveis pela churrascaria do R/C.

Qualquer semelhança com a realidade não é ficção!

Para quem estiver interessado em informação detalhada sobre as espécies de baratas, queira por favor consultar o seguinte link da Wikipédia, do qual saliento a secção "Controlo Químico"
http://pt.wikipedia.org/wiki/Barata

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Como matar baratas!!!



Deixo para a minha amiga Mara o privilégio de contextualizar este post. Se ela quiser, obviamente, pois as recordações que ele traz não são as melhores. Mas como vivemos este drama bem de perto vou dar uma dica genial.

Como toda a gente sabe, uma das coisas mais nojentas de ser feita é matar baratas. Porém, há um método eficaz, inodoro e que não causa nojo.

Aqui vai a receita mágica:

Vamos precisar de:

1) Um pouco de sal;
2) Uma tampa de garrafa;
3) Um pouco de cachaça;
4) Um palito;
5) Uma pedrinha.

O esquema é montado da seguinte maneira:

1) Coloque o sal no caminho das baratas;
2) Ponha a tampa de garrafa ao lado do sal:
3) Encha a tampa de garrafa com cachaça;
4) ponha o palito próximo à tampa de garrafa e perpendicular à direção axial da tampa;
5) Ponha a pedrinha atrás do palito.
O processo é simples. A barata verá o sal e comerá pensando que é açúcar. Vai sentir sede e então tomará a cachaça pensando que é água. Vai ficar bêbeda e tropeçará no palito. Por fim, baterá com a cabeça na pedra e morrerá de traumatismo craniano...