Falamos um pouco de tudo com um tom mais ou menos sério, muitas vezes acompanhado de videos, imagens e até mesmo músicas. Há limite para tudo menos para a loucura!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Ainda com as baratas...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Ainda com as baratas...
1. o mais certo era a Tinana lamber o sal
2. de seguida bebia a cachaça (na ausência de Tequila vai dar ao mesmo)
3. Por ultimo, usava o palito para palitar os dentes e limpar as unhas
Ainda não arranjei qualquer explicação lógica para a ineficácia da “pedrinha” e confesso que me deixa a pensar… Mas na ausência dos restantes elementos a pedrinha pouco pode fazer para aniquilar a feroz barata.
Pânico numa qualquer noite no Porto
sugar-plum-fairy - (Nota: para um efeito mais assustador pff ligue a banda sonora antes de ler este post)
A noite já ia longa.
Depois de uns copos o caminho até casa é dificultado pela parca iluminação pública e confiar na lua cheia nem sempre é o mais acertado. O vento sopra leve mas é de um frio cortante. Ajeitamos os casacos ao corpo, pois os Tops sensação da noite oferecem pouca protecção para uma noite gelada, fora do calor e do frenesim de corpos suados da discoteca.
Enfim chegamos a casa. Depois de uma demora inicial para encontrar a chave e mais um pouco de delonga ao subir os poucos lances de escadas sem fazer (demasiado) barulho, eis que finalmente entramos ao lar. Contendo os risinhos alcoolizados, descalçamos os sapatos de salto e… é a aí que tudo começa!
Acendemos a luz do hall e deparamo-nos com um cenário alienígena… tudo à nossa volta mexe! Vemos pequenos vultos que desaparecem tão rápido que começamos a duvidar da sua real existência. A fita-cola a tapar os rodapés do chão parece contorcer-se num som repuxado de plástico grudento…
Mas a sede é muita e a cozinha é já ali ao lado, por isso munidas de grande coragem, voltamos a pôr os sapatos e caminhamos 5 passos, onde um novo interruptor espera.
Primeiro o silêncio… e o compasso de espera até que a luz ligue na totalidade, depois… o horror… o pânico… o nojo… e muitas outras emoções naquela que é uma verdadeira luta pela sobrevivência.
São muitas, a maioria pequenas, depois uma ou outra de maior dimensão, como que oficiais a comandar as tropas de infantaria num ataque à nossa cozinha. Além de assustá-las com armas sonoras (também conhecidas por gritos estridentes) pouco mais podemos fazer. Por fim termina, e tudo volta ao normal.
Bebemos a merecida água e prometemos logo pela manhã falar com o senhorio e insultar os responsáveis pela churrascaria do R/C.
Qualquer semelhança com a realidade não é ficção!
Para quem estiver interessado em informação detalhada sobre as espécies de baratas, queira por favor consultar o seguinte link da Wikipédia, do qual saliento a secção "Controlo Químico"
http://pt.wikipedia.org/wiki/Barata
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Como matar baratas!!!

Deixo para a minha amiga Mara o privilégio de contextualizar este post. Se ela quiser, obviamente, pois as recordações que ele traz não são as melhores. Mas como vivemos este drama bem de perto vou dar uma dica genial.
Como toda a gente sabe, uma das coisas mais nojentas de ser feita é matar baratas. Porém, há um método eficaz, inodoro e que não causa nojo.
Aqui vai a receita mágica:
Vamos precisar de:
1) Um pouco de sal;
2) Uma tampa de garrafa;
3) Um pouco de cachaça;
4) Um palito;
5) Uma pedrinha.
O esquema é montado da seguinte maneira:
1) Coloque o sal no caminho das baratas;
2) Ponha a tampa de garrafa ao lado do sal:
3) Encha a tampa de garrafa com cachaça;
4) ponha o palito próximo à tampa de garrafa e perpendicular à direção axial da tampa;
5) Ponha a pedrinha atrás do palito.
O processo é simples. A barata verá o sal e comerá pensando que é açúcar. Vai sentir sede e então tomará a cachaça pensando que é água. Vai ficar bêbeda e tropeçará no palito. Por fim, baterá com a cabeça na pedra e morrerá de traumatismo craniano...
