Falamos um pouco de tudo com um tom mais ou menos sério, muitas vezes acompanhado de videos, imagens e até mesmo músicas. Há limite para tudo menos para a loucura!
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Find Love - A técnica da infiltragem

Funcionalidade: Alta
Grau de Lata: Nem sempre é precisa. Não se esqueça é do capacete.
Desespero: Também não é preciso.
9 - Iniciar-se na defesa pessoal. Além de ser um instrumento precioso para o futuro, põe-se a jeito para ter variados jeitosos em cima de si. Salvo seja. Mas cuidado, não faça uma ruptura de ligamentos, até porque nos hospitais as enfermeiras são quase todas mulheres, o cirurgião só lhe dispensa 10 minutos do seu tempo,e não vai estar com disposição para o romance com 24 agrafos joelho acima e duas muletas nos braços.
10 - Iniciar-se nos karts. Nem todas as meninas têm como sonho de existência andar às voltas numa pista em que nem sequer se salva a paisagem, mas pode sempre ter um furo ou uma pane ou, sei lá, falta de gasolina. Ou perder-se no caminho. Esquecer-se do mapa. Perguntar se não há air-bag. E onde é que vão as crianças. E onde é que fica a 5ª.
11- Ir à garagem. É uma alínea que pode sair-lhe do bolso, mas temos notado que ultimamente os rapazes jeitosos (como diriam as nossas avós) já não estão na faculdade de direito. Estão nas garagens de bairro. Apareça e queixe-se das velas: mesmo que não saiba o que é, eles sabem. Queixe-se de qualquer coisa. Diga que ele está rouco. Que lhe tossica a meio da autoestrada. Que anda às arrecuas. Que está um bocado vesgo. Não interessa do quê, queixe-se. Atenção: não vale a pena ir aos stands, onde eles levam o carrito de maca lá para dentro como as urgências dos hospitais e nunca se contacta com os ‘enfermeiros'.
12 - Fazer um curso. Mas tem de ser de qualquer coisa masculina tipo fotografia, não pode ser de inglês, nem de ikebana, nem, escusado será dizer, arraiolos.
13 - Ir ao futebol. É uma dor de alma, pois é, mas até pode descobrir em si uma adepta fanática. Vantagem: pode dar encontrões e chamar palavrões ao árbitro. E eles adoram. Eles homens, claro. Os árbitros, coitados, presume-se que já estejam habituados.
14 - Ir a uma provas de vinhos. Convém é não abusar das ‘provas', senão inda se perde a deambular pelas caves como os exploradores das pirâmides, e ainda ninguém descobriu em que consiste a maldição das pipas.
15 - Ir ao veterinário. Se não tem animais doentes, peça a uma amiga. Se os animais das amigas não estiverem doentes, deite-lhes laxante na ração quando ela estiver a olhar para ao lado. Tente ainda um curso de educação canina: se os donos não valerem a pena, pode sempre fazer festinhas aos cães. Se não tiver cão, leve um gato. Pode ser que ele aprenda finalmente quem é que manda no sofá.
16 - Desportos de grupo Ou que incluam interacção. É inútil dedicar-se à pesca, sentar-se no paredão de Belém e dizer, "o cavalheiro faculta-me a sua minhoca?"
17 - Inscrever-se num clube de xadrez. Os xadrezistas são um bocado furiosamente concentrados na guerra, mas depois de ser batida em três tomos (ou de lhe mostrar quem é que manda no tabuleiro) pode sempre convidá-lo para uma partida de sueca.
18 - Iniciar-se nos desportos pedestres. Especialmente aquelas românticas excursões nocturnas à serra de Sintra para ver as mouras encantadas e parar nas clareiras para meditar e bater em gongues e fazer uma cura de som, ou passeios para ver milhafres-bebé ao nascer do sol. Problema: macho que é macho está-se nas tintas para o seu nome élfico. Macho que é macho só quer saber se o Karagounis vai pedir transferência, e a única cura de som que conhece é pegar numa garrafa vazia e berrar: 'ó palhaço, tás a gozar comigo ou queres que vá aí abaixo mostrar-te o que é um fora de jogo?'
19 - Experimentar desportos radicais Kitesurf, snowboard, rafting, rappel, canoagem, paintball, é só escolher. Quanto menos souber o que é, melhor. Se não ficar com um homem de cair para o lado, fica com um corpo de cair para o lado. Não se perde tudo.
20 - Na secção de playstations e consolas. Pergunte tudo e mais alguma coisa. Quantos bits. Quantos mega-não-sei-quê. Se trabalha a pilhas. Ou a energia solar. Se explode quando se carrega no ESC. Se há em verde-alface, que você é vegetariana. Quanto mais asneiras disser, melhor. É machista mas funciona sempre.
21 - Na secção de roupa masculina. Cole-se aos que têm um ar um bocado atarantado e estão indecisos entre a camisola verde e a amarela às riscas. Eles ficam sinceramente agradecidos por uma opinião de especialista, mesmo que a gente seja tão especialista em moda como em kitesurf. Alternativa: peça conselho a comprar qualquer roupa para si. Mas cuidado: eles podem ficar tão atarantados que desenvolvem síndroma obsessivo-compulsivo e fogem a sete patas de cada vez que derem de caras consigo.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Um pedido de casamento original e uma resposta corajosa...

Quem acompanha a blogosfera portuguesa deve estar a par do pedido de casamento feito pelo Pedro à Isa através do Blog da Pipoca mais Doce.
Uma fotomontagem do feliz casal e um pedido a jeito de ultimato (a pressão de mais de 2000 seguidores).
Mas nem assim a Isa cedeu - nem ao pedido de casamento (que já não é o primeiro) nem à chantagem emocional do Pedro.
Num comunicado, publicado no Blog da Pipoca explica que “o seu (do Pedro) "relógio matrimonial" está a fazer Trrim Trrim, já não é a primeira vez que me faz o pedido, mas desta vez foi deveras original! Vá meus Queridos, não fiquem tristes, mas não pude aceitar, por razões que não posso divulgar!”
Face aos acontecimentos e depois de uma tentativa para contextualizar este post, partilho com vocês algumas considerações:
A persistência nem sempre vence por cansaço. Se ela já havia recusado outras vezes, este, mesmo que original, só aumentou a pressão para o lado da rapariga – se fosse comigo não gostava de ter desconhecidos a opinar sobre a minha vida pessoal ainda para mais num momento tão importante como este (que posso eu fazer, sou uma moça à antiga e adepta de um pedido a dois – nada de convocar família e amigos para um jantar e lançar a bomba :S).
O Pedro devia também repensar seriamente a relação, porque se a Isa já recusou várias vezes (aceitar não significa necessariamente marcar uma data) é porque provavelmente ele não faz parte dos seus planos a longo prazo, ou porque não o leva a sério.
No meu ponto de vista, se não te imaginas a dizer o “sim” a essa pessoa e se o casamento está nos planos de uma das parte interessadas então talvez a solução passe por colocar um ponto final na relação e, quem sabe, começar um novo parágrafo com um outro alguém.
Dados recentes defendem que para cada homem existe 1,07 mulheres (infelizmente para os homens aquela conversa das 7 mulheres era puro delírio), ainda segundo o “Indesmentível” - O maior número de mulheres encontra-se nas faixas etárias acima dos trinta anos, sendo que no futuro, haverá mais homens do que mulheres. Não é necessário dar já a notícia aos mais novos, mas a solução vai ter que passar por eles partilharem mulheres, mandarem vir de fora ou tornarem-se homossexuais.
Mas calma Pedro! Não faltaram comentários animadores no blog da Pipoca, principalmente de senhoras solitárias e deveras sensibilizadas com o teu gesto – cá para nós, que ninguém nos ouve, era por lá que começava ;)
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
O comodismo do amor

Juntar comodismo e amor na mesma frase nem sempre traz bons resultados, mas mesmo assim a associação não deixa de ser real. O ser humano acomoda-se, procura segurança, evita conflitos e a verdade é que adora criar rotinas.
O inesperado, a aventura da juventude, o Carpe Diem, são sucesso no cinema, pois fazem-nos sonhar e vibrar com a emoção, mas a realidade por mais aborrecida que seja é também tranquilizadora, comodista. Adoramos criar pequenas rotinas, seja a estação de rádio que ouvimos a caminho do trabalho, o lado da cama em que dormimos, tomar café e só usar metade do açúcar que partilhamos com uma amiga… Porém quem não corre riscos não vive verdadeiramente, sobrevive!
Será assim tão mau furar a bolha de protecção em que vivemos? O que existe do outro lado da bolha? As barreiras protegem-nos e aprisionam-nos simultaneamente. Sobreviventes, de um dia após o outro, numa sucessão de dias iguais, um mais felizes que outros dentro da sua semelhança aparente. Até que deixamos de viver por nós próprios e passamos a viver em função dos outros, abdicando daquilo que nos torna únicos para nos adaptarmos. Ninguém quer ser a ovelha negra do rebanho e é assim que abrimos mão de convicções, hábitos e vícios.
Onde acaba o amor e começa o comodismo? Não sei, nem sei se é possível um sem o outro, mas na sociedade onde vivemos a paixão esmorece, a rotina cresce e nós sobrevivemos…
O inesperado, a aventura da juventude, o Carpe Diem, são sucesso no cinema, pois fazem-nos sonhar e vibrar com a emoção, mas a realidade por mais aborrecida que seja é também tranquilizadora, comodista. Adoramos criar pequenas rotinas, seja a estação de rádio que ouvimos a caminho do trabalho, o lado da cama em que dormimos, tomar café e só usar metade do açúcar que partilhamos com uma amiga… Porém quem não corre riscos não vive verdadeiramente, sobrevive!
Será assim tão mau furar a bolha de protecção em que vivemos? O que existe do outro lado da bolha? As barreiras protegem-nos e aprisionam-nos simultaneamente. Sobreviventes, de um dia após o outro, numa sucessão de dias iguais, um mais felizes que outros dentro da sua semelhança aparente. Até que deixamos de viver por nós próprios e passamos a viver em função dos outros, abdicando daquilo que nos torna únicos para nos adaptarmos. Ninguém quer ser a ovelha negra do rebanho e é assim que abrimos mão de convicções, hábitos e vícios.
Onde acaba o amor e começa o comodismo? Não sei, nem sei se é possível um sem o outro, mas na sociedade onde vivemos a paixão esmorece, a rotina cresce e nós sobrevivemos…
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Love Without Talking
Admito que nunca fui grande fã de curtas metragens, mas recentemente através de um amigo fiquei a conhecer o trabalho do director australiano Patrick Hughes, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2009.
O filme chama-se “Signs” e aborda a comunicação (ou a falta dela) na sociedade actual. O meu amigo descreveu-o com a expressão “love without talking”. A mim fez-me pensar na solidão, mesmo quando estamos rodeados por um sem número de rostos anónimos. Do pouco tempo que dedicamos aos amigos e família... e do muito que dedicamos ao trabalho. De como existem pessoas que passam dias a fio sem trocar uma única palavra. Quantos de nós “falam” por sinais da ‘linguagem msn’, onde um :) e um LOL substituem verdadeiros sorrisos trocados entre amigos. É comunicação? Lógico que sim! São conversas, partilha de histórias, são sinais… sinais do tempo, da tecnologia e da falta de tempo para conhecer verdadeiramente o outro, para conviver, para viver.
Sinais do desenvolvimento.
p.s – o filme tem 12min mas vale a pena dispensar um pouco de tempo ;)
O filme chama-se “Signs” e aborda a comunicação (ou a falta dela) na sociedade actual. O meu amigo descreveu-o com a expressão “love without talking”. A mim fez-me pensar na solidão, mesmo quando estamos rodeados por um sem número de rostos anónimos. Do pouco tempo que dedicamos aos amigos e família... e do muito que dedicamos ao trabalho. De como existem pessoas que passam dias a fio sem trocar uma única palavra. Quantos de nós “falam” por sinais da ‘linguagem msn’, onde um :) e um LOL substituem verdadeiros sorrisos trocados entre amigos. É comunicação? Lógico que sim! São conversas, partilha de histórias, são sinais… sinais do tempo, da tecnologia e da falta de tempo para conhecer verdadeiramente o outro, para conviver, para viver.
Sinais do desenvolvimento.
p.s – o filme tem 12min mas vale a pena dispensar um pouco de tempo ;)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Como ser bem sucedida num primeiro encontro - inside man

Para aquelas que como eu acham a leitura da cosmopolitan educativa e acima de tudo informativa para a sobrevivência na selva urbana, saliento um artigo da edição de Junho.
Desta feita, o artigo de opinião é assinado por Steven Ward, conhecido apresentador do programa “Tough Love” do canal VH1. O que o diferencia de tantos outros? Talvez a forma dura e crua como apresenta a realidade. Segundo o próprio, a sua opinião pode não ser partilhada por todos mas é pela grande maioria do público masculino.
Sendo assim, erros que não deve cometer num 1º encontro...
Erro 1: Veste-se para as outras mulheres e não para os homens:
O que as suas amigas acham o máximo para um homem pode nem ser considerado sexy. Em caso de dúvida, escolha uns jeans que a façam sentir confortável, um top sexy e saltos altos (este ultimo ponto não é negociável).
Erro2: Fala demasiado sobre si:
Os homens sabem que revelar muita informação pessoal deixa a mulher mais à vontade a até faz baixar as defesas. Contudo, demasiados detalhes sobre a sua vida e ele pensa que está nervosa, é aborrecida, tagarela e aí desliga. Muitos pormenores e parece que está a queixar-se. Segundo Steven, a maioria das mulheres é péssima contadora de histórias e ou tem tento na língua ou ele arranja uma desculpa para a deixar em casa e sair com os amigos.
Erro3: Facilita-lhe muito a vida:
Na fase inicial de um relacionamento, menos significa mais. “As mulheres pensam que não estão a ser colas se enviarem um sms só para saber se ele chegou bem a casa. Afinal estão apenas a ser simpáticas, queridas… A este respeito não posso ser mais claro: não faça Isso!”. Vai parecer cola e ele vai pensar que está no papo e perde o interesse. Sugestão do Steven, até que ocorra algum envolvimento mais intimo os sms e e-mails estão proibidos, salvo por razões práticas.
Erro4: Para se tornar mais desejável mostra-se difícil:
Ser demasiado inflexível em termos de horários e disponibilidade, é um erro. Os homens desejam que a mulher tenha vida própria mas não acham piada a que esteja tão ocupada que não tenha tempo nem para um café nos próximos 15 dias. Nos primeiros encontros as mulheres devem parecer disponíveis, mesmo que isso signifique faltar ao ginásio.
Erro5: Nunca larga o telemóvel:
Num primeiro encontro estar constantemente a olhar para o telemóvel à procura de novas sms para Steven é equiparado a atender uma chamada durante o sexo. Sugestão: desligue o telemóvel se não quer demonstrar falta de interesse. Ele vai pensar que está a consultar o e-mail ou a comentar o encontro com as amigas, para isso aproveite a ida à casa de banho.
Erro6: Está sempre a fazer as perguntas erradas:
Os homens são um pouco narcisistas e gostam de falar de si. Fazer perguntas ou pedir uma opinião é uma boa estratégia. Temas controversos como politica ou religião devem ser evitados. Aproveite para descobrirem o que têm em comum e esqueça as diferenças. Sugestão de temas: desporto, cinema, música e viagens.
Actos desesperados e que eventualmente podem ser solucionados com internamento psiquiátrico:
No primeiro jantar antes do final da refeição já pergunta quantos filhos ele quer ter!
Até correu bem, mas recusa um segundo encontro porque não são compatíveis no campo astral!?
Faz piadas estúpidas sobre ele (como conduz ou fala) para mostrar que tem sentido de humor!
Conhece-o mal e já faz boquinhas sexy para o provocar – eu aqui acrescentaria o uso excessivo de diminutivos nas frases e a atribuição de um nickname como “fofinho” ou algo igualmente piroso!
Recusar actos de cavalheirismo, como forma de emancipação feminina.
Fonte: Cosmopolitan –Portugal, Junho de 2009
VH1 Tough Love
Desta feita, o artigo de opinião é assinado por Steven Ward, conhecido apresentador do programa “Tough Love” do canal VH1. O que o diferencia de tantos outros? Talvez a forma dura e crua como apresenta a realidade. Segundo o próprio, a sua opinião pode não ser partilhada por todos mas é pela grande maioria do público masculino.
Sendo assim, erros que não deve cometer num 1º encontro...
Erro 1: Veste-se para as outras mulheres e não para os homens:
O que as suas amigas acham o máximo para um homem pode nem ser considerado sexy. Em caso de dúvida, escolha uns jeans que a façam sentir confortável, um top sexy e saltos altos (este ultimo ponto não é negociável).
Erro2: Fala demasiado sobre si:
Os homens sabem que revelar muita informação pessoal deixa a mulher mais à vontade a até faz baixar as defesas. Contudo, demasiados detalhes sobre a sua vida e ele pensa que está nervosa, é aborrecida, tagarela e aí desliga. Muitos pormenores e parece que está a queixar-se. Segundo Steven, a maioria das mulheres é péssima contadora de histórias e ou tem tento na língua ou ele arranja uma desculpa para a deixar em casa e sair com os amigos.
Erro3: Facilita-lhe muito a vida:
Na fase inicial de um relacionamento, menos significa mais. “As mulheres pensam que não estão a ser colas se enviarem um sms só para saber se ele chegou bem a casa. Afinal estão apenas a ser simpáticas, queridas… A este respeito não posso ser mais claro: não faça Isso!”. Vai parecer cola e ele vai pensar que está no papo e perde o interesse. Sugestão do Steven, até que ocorra algum envolvimento mais intimo os sms e e-mails estão proibidos, salvo por razões práticas.
Erro4: Para se tornar mais desejável mostra-se difícil:
Ser demasiado inflexível em termos de horários e disponibilidade, é um erro. Os homens desejam que a mulher tenha vida própria mas não acham piada a que esteja tão ocupada que não tenha tempo nem para um café nos próximos 15 dias. Nos primeiros encontros as mulheres devem parecer disponíveis, mesmo que isso signifique faltar ao ginásio.
Erro5: Nunca larga o telemóvel:
Num primeiro encontro estar constantemente a olhar para o telemóvel à procura de novas sms para Steven é equiparado a atender uma chamada durante o sexo. Sugestão: desligue o telemóvel se não quer demonstrar falta de interesse. Ele vai pensar que está a consultar o e-mail ou a comentar o encontro com as amigas, para isso aproveite a ida à casa de banho.
Erro6: Está sempre a fazer as perguntas erradas:
Os homens são um pouco narcisistas e gostam de falar de si. Fazer perguntas ou pedir uma opinião é uma boa estratégia. Temas controversos como politica ou religião devem ser evitados. Aproveite para descobrirem o que têm em comum e esqueça as diferenças. Sugestão de temas: desporto, cinema, música e viagens.
Actos desesperados e que eventualmente podem ser solucionados com internamento psiquiátrico:
No primeiro jantar antes do final da refeição já pergunta quantos filhos ele quer ter!
Até correu bem, mas recusa um segundo encontro porque não são compatíveis no campo astral!?
Faz piadas estúpidas sobre ele (como conduz ou fala) para mostrar que tem sentido de humor!
Conhece-o mal e já faz boquinhas sexy para o provocar – eu aqui acrescentaria o uso excessivo de diminutivos nas frases e a atribuição de um nickname como “fofinho” ou algo igualmente piroso!
Recusar actos de cavalheirismo, como forma de emancipação feminina.
Fonte: Cosmopolitan –Portugal, Junho de 2009
VH1 Tough Love
quinta-feira, 23 de abril de 2009
He's Just Not That Into You
No post de hoje deixo uma sugestão para uma ida ao cinema.O filme que se segue é leve e divertido além de extremamente educativo LOL. Conta com um elenco de luxo e um tema sempre actual e que já por algumas vezes foi aqui abordado “os relacionamentos” e toda aquela filosofia ‘Os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus’.
Temas como a fidelidade dos homens, o comportamento obsessivo das mulheres, a rotina da vida de casado e as relações que começam na esfera virtual são o mote desta trama.
Agora um aparte – aquela loura (Scarlett Johansson) não é nada demais, gostava mais dela quando fazia de menina coitadinha traumatizada com cavalos hihi.
Filme para ver com: as amigas, os amigos, os namorados e os namorados das amigas (esta ultima é a brincar)
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
As melhores desculpas para recusar um envolvimento/encontro diplomaticamente
Provavelmente também já vos aconteceu…
Sai à noite com os amigos e há alguém interessado, que sabe que está solteira e tecnicamente disponível. Os “amigos” ajudam no arranjinho, mas você continua a não estar interessada/o…
O que dizer? Que desculpas usar? Como não estragar a noite dessa pessoa e a sua
A verdade é que pelo simples facto de estar só não precisa necessariamente de ficar com alguém… Confuso!? Talvez um pouco…
A sinceridade nem sempre é a melhor arma!
Uma resposta do tipo “Gosto de estar só” invalida qualquer outra tentativa de engate na noite, por isso é uma desculpa a descartar.
Rejeitar um possível apaixonado diplomaticamente é uma técnica que requer mestria, frieza e uma boa dose de tacto.
Dizer simplesmente “Eu não estou minimamente interessada/o” pode ser o mais sincero mas revela pouco tacto e depois além de estragar o ambiente ainda tem que levar com o amuo e inevitável peso de consciência.
Dicas:
Pode tentar evitar a pessoa, dançando com outras, falando da mesma forma com todos os elementos do grupo, não rejeitando conversar com um estranho/a, em suma agindo como normalmente faz.
Se o apaixonado em questão tentar abordar o tema namoro pode:
A. Fugir a 7 pés; LOL
B. Fingir que não está a entender;
C. Mudar de assunto;
D. Desculpar-se educadamente e ir até ao bar.
Evite ficar a sós com a pessoa e recuse o beijo fazendo-se de desentendida… Coragem, não é assim tão difícil.
Quando não há por onde fungir...
A - diga que não quer se envolver agora…
B - que gosta muito como amigo/a…
C - que nesta noite só quer mesmo é se divertir, dançar até cair… Sorria e seja simpático/a… diga que é melhor conversarem outro dia e num outro ambiente…
Lógico que vai estragar a noite dessa pessoa, principalmente se o interesse for sério! Mas ela sobrevive… Fica também mais fácil perceber que não está interessado/a e quanto aos amigos uma conversa franca pode ajudar a diminuir os arranjinhos futuros.
A questão ética/moral:
Depois de rejeitar alguém, se for simpático e educado, e principalmente se tiver o mínimo de consideração por essa pessoa, não vai se envolver com outra pessoa nessa mesma noite.
Caso a ocasião se proporcione mesmo (para quê também estragar a sua noite), procure ser o mais discreto possível e há uma remota possibilidade de não estar a ser observado/a quando fizer a retirada estratégica…
Outras desculpas comuns são:
“Acho que nos devíamos conhecer melhor…”
“Desculpa mas estou a sair com alguém…”
“Olha gosto muito de ti mas como amigo/a, se tiver que acontecer algo tem que ser naturalmente… não assim”
“Não gosto de me sentir pressionado/a…”
A célebre frase “mais vale magoar com a verdade do que iludir com a mentira” na prática é muito pouco diplomática. O simples “Não estou interessado!” trará mais perguntas com as quais não quer lidar.
Boa sorte :)
Mara
p.s – a diplomacia só se aplica a conhecidos ou membros de um mesmo grupo de amigos, para os engates da noite um simples NÃO normalmente é suficiente.
p.s. 2 – Se por acaso recusei sair contigo, claro que não foi um destes casos :P
Sai à noite com os amigos e há alguém interessado, que sabe que está solteira e tecnicamente disponível. Os “amigos” ajudam no arranjinho, mas você continua a não estar interessada/o…
O que dizer? Que desculpas usar? Como não estragar a noite dessa pessoa e a sua
A verdade é que pelo simples facto de estar só não precisa necessariamente de ficar com alguém… Confuso!? Talvez um pouco…
A sinceridade nem sempre é a melhor arma!
Uma resposta do tipo “Gosto de estar só” invalida qualquer outra tentativa de engate na noite, por isso é uma desculpa a descartar.
Rejeitar um possível apaixonado diplomaticamente é uma técnica que requer mestria, frieza e uma boa dose de tacto.
Dizer simplesmente “Eu não estou minimamente interessada/o” pode ser o mais sincero mas revela pouco tacto e depois além de estragar o ambiente ainda tem que levar com o amuo e inevitável peso de consciência.
Dicas:
Pode tentar evitar a pessoa, dançando com outras, falando da mesma forma com todos os elementos do grupo, não rejeitando conversar com um estranho/a, em suma agindo como normalmente faz.
Se o apaixonado em questão tentar abordar o tema namoro pode:
A. Fugir a 7 pés; LOL
B. Fingir que não está a entender;
C. Mudar de assunto;
D. Desculpar-se educadamente e ir até ao bar.
Evite ficar a sós com a pessoa e recuse o beijo fazendo-se de desentendida… Coragem, não é assim tão difícil.
Quando não há por onde fungir...
A - diga que não quer se envolver agora…
B - que gosta muito como amigo/a…
C - que nesta noite só quer mesmo é se divertir, dançar até cair… Sorria e seja simpático/a… diga que é melhor conversarem outro dia e num outro ambiente…
Lógico que vai estragar a noite dessa pessoa, principalmente se o interesse for sério! Mas ela sobrevive… Fica também mais fácil perceber que não está interessado/a e quanto aos amigos uma conversa franca pode ajudar a diminuir os arranjinhos futuros.
A questão ética/moral:
Depois de rejeitar alguém, se for simpático e educado, e principalmente se tiver o mínimo de consideração por essa pessoa, não vai se envolver com outra pessoa nessa mesma noite.
Caso a ocasião se proporcione mesmo (para quê também estragar a sua noite), procure ser o mais discreto possível e há uma remota possibilidade de não estar a ser observado/a quando fizer a retirada estratégica…
Outras desculpas comuns são:
“Acho que nos devíamos conhecer melhor…”
“Desculpa mas estou a sair com alguém…”
“Olha gosto muito de ti mas como amigo/a, se tiver que acontecer algo tem que ser naturalmente… não assim”
“Não gosto de me sentir pressionado/a…”
A célebre frase “mais vale magoar com a verdade do que iludir com a mentira” na prática é muito pouco diplomática. O simples “Não estou interessado!” trará mais perguntas com as quais não quer lidar.
Boa sorte :)
Mara
p.s – a diplomacia só se aplica a conhecidos ou membros de um mesmo grupo de amigos, para os engates da noite um simples NÃO normalmente é suficiente.
p.s. 2 – Se por acaso recusei sair contigo, claro que não foi um destes casos :P
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